Professor(a)
Práticas e estratégias pedagógicas para adaptar métodos, mediar o conhecimento e criar um ambiente de aprendizagem inclusivo e empático.
Recomendação
É recomendável apresentar a todo(a) estudante, inclusive aquele(a) com deficiência visual, toda tarefa, atividade ou interação com uso de linguagem descritiva, termos precisos e etapas progressivas, acompanhada de audiodescrição, que garanta participação com autonomia.
Responsabilidade
Todo(a) professor(a), tutor(a), conteudista e designer instrucional.
- Professor(a)
- Tutor(a)
- Conteudista
- Designer instrucional
Oportunidade
Todo(a) professor(a) e tutor(a) tem a oportunidade de realizar descrição e narrativa de suas ações durante a apresentação de toda tarefa, conteúdo, atividade ou interação, lembrando de evitar termos genéricos e pronomes demonstrativos como isso, aquilo, esse(a).
Aplicabilidade
Fazer
Substituir falas e textos como “clique aqui” ou “olhem para este gráfico” por comandos literais e narrativos: “acessem o botão ‘Enviar’ no canto inferior direito” ou “o gráfico em barras na tela mostra um aumento de 10%”.
Não fazer
Apresentar slides puramente visuais (com gráficos e mapas sem texto alternativo) e conduzir a explicação baseando-se apenas em apontamentos com o dedo ou laser na tela de projeção.
Exemplos
Exemplo de um slide de tarefa acessível. Além de fontes amplas e alto contraste, há um bloco textual que descreve explicitamente o que está sendo exigido, dispensando o uso de apontamentos vagos e facilitando a leitura de tela.
Exemplo de instrução com o uso do clássico hiperlink “clique aqui”. Pessoas que usam leitores de tela navegam por listas de links; um link chamado apenas “clique aqui” não possui contexto semântico sobre seu destino ou tarefa.